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BLOG DOS TRABALHADORES DA SAÚDE

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segunda-feira, 23 de agosto de 2010

saudações ao sindisaúde rs

É COM GRANDE ALEGRIA QUE RECEBEMOS A NOTICIA DA VITÓRIA DA CHAPA DA SITUAÇÃO DO SINDISAÚDE RS TENDO COMO PRESIDENTE ELEITO SR.GILMAR FRANÇA,
ESPERAMOS TODO SUCESSO A TODOS COMPONENTES DA CHAPA.

sábado, 14 de agosto de 2010

ELEIÇÕES SINDISAÚDE SÃO BORJA2010

NESTE DIA 13 DE AGOSTO DE 2010,FOI REALIZADA A ELEIÇÃO DO SINDISAÚDE SÃO BORJA,TIVEMOS UMA PARTICIPAÇÃO EM GRANDE ESCALA DOS TRABALHADORES DA SAÚDE,TIVEMOS A COLABORAÇÃO DE COLEGAS SINDICALISTAS:REPRESENTANTES DOS BANCÁRIOS, ALIMENTAÇÃO,COMÉRCIO;DESDE JÁ FICA AQUI NOSSO AGRADECIMENTO.
A ELEIÇÃO REALIZOU-SE COM TRANQUILIDADE,ONDE FOI REELEITA A CHAPA 1,QUE ERA ÚNICA,E ESPERAMOS NESTES ANOS QUE VIRÃO DE TRABALHO,PODER RETRIBUIR AOS TRABALHADORES DA SAÚDE EM ESPECIAL DA FUNDAÇÃO IVAN GOULART COM MUITO ESMERO E LUTA,PARA QUE POSSAMOS JUNTOS FAZER NOSSAS CONQUISTAS SE REALIZAREM.

OBRIGADO AOS ASSOCIADOS DO SINDISAÚDE SÃO BORJA

SUPER BACTÉRIA- UM ALERTA

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Superbactéria chega à Europa e deixa o mundo em alerta
Micro-organismo, resistente a todos os antibióticos conhecidos, surgiu no sul da Ásia e ‘viajou’ para o Reino Unido

Rio - Cerca de um ano após o vírus da gripe suína ter alarmado autoridades, profissionais de saúde e cidadãos em todo o mundo, um micro-organismo promete ser alvo dos holofotes médicos por um bom tempo. Trata-se de uma nova cepa super-resistente da bactéria E.coli (Escherichia coli), que pode levar à morte por pneumonias e infecções urinárias.

Em artigo publicado ontem na revista científica ‘The Lancet’, cientistas relataram que os primeiros casos de doenças causadas pela bactéria mutante surgiram na Índia e Paquistão, de onde foram levadas para o Reino Unido por turistas que viajaram ao sul da Ásia com o objetivo de fazer cirurgias estéticas.

Pesquisadores identificaram na E.coli enzima chamada de NDM-1, produzida por um gene que confere altíssimo nível de resistência aos antibióticos. Segundo o descobridor do gene, Tim Walsh, da Universidade de Cardiff, o grande temor é a falta de medicamentos que possam combatê-la.

“Temos prazo de 10 anos para desenvolver um medicamento capaz de tratar esse tipo de infecção. É a primeira vez que chegamos a um estágio tão ameaçador com este tipo de bactéria”, afirmou.

Para o coordenador da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar do Instituto Fernandes Figueira, Carlos Eduardo Figueiredo, uma das classes de antibióticos que poderia ser usada é a polinixina. “Essa é uma droga que era usada há 20, 30 anos, e foi deixada de lado por ser muito tóxica. Se não houver outra solução, ela terá que ser adotada novamente”, disse o profissional.

Já o chefe do Serviço de Doenças Infecciosas e Parasitárias do Hospital do Fundão, Alberto Chebabo, lembra que no Brasil há uma bactéria com perfil de resistência semelhante à E. coli: a Klebsiella.

“Assim como a E. coli, ela também faz parte da flora intestinal e foi identificada no Brasil, inclusive no Rio de Janeiro. Se a imunidade do paciente está baixa, ou se ele tem maus hábitos de higiene, tanto a Klebsiella, quanto a E. coli podem causar infecções difíceis de serem tratadas, por serem muito resistentes. Por isso é importante ficar atento”, conclui Chebabo.

Apesar de todo o alerta que a nova bactéria causou em pesquisadores europeus, medidas ainda não foram tomadas por aqui. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e as secretarias municipal e estadual de Saúde do Rio ainda não foram notificadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS) a respeito do problema. Pelo menos em relação à gripe suína o mundo já pode respirar aliviado: ontem a OMS declarou o fim da pandemia.

Mulheres correm mais risco de contrair infecções

O infectologista da UFRJ Edmilson Migowiski explica que as mulheres são mais suscetíveis a doenças causadas pelas bactérias super-resistentes. “A E. coli é o agente principal de infecção urinária em mulheres. Isso porque ela vive na flora intestinal, o que facilita a contaminação do períneo”, explica o profissional.

Segundo Migowski, o intestino tem capacidade de manter as bactérias sem, no entanto, deixar que elas atuem no organismo. Entretanto, isso pode mudar com a baixa imunidade.

“Da corrente sanguínea, ela adere às paredes dos órgãos, onde se alimenta de restos de células e de outras bactérias, produzindo infecção e toxinas. Dependendo do órgão que ela atinge, pode causar diarreia, pneumonia e até choque”, esclarece.

O infectologista ressalta que ninguém está livre de desenvolver doenças pela bactéria mutante. “Em contato com o tipo não-mutante, a E.coli pode passar a informação que dá resistência para as outras, fazendo com que todas se tornem super-resistentes”.

PREVINA-SE

HIGIENE

Não é só a gripe suína que pode ser evitada com o simples gesto de lavar as mãos. Esse tipo de higiene pode prevenir muitas outras doenças, inclusive as infecções por super-bactérias.

Evite compartilhar objetos de uso pessoal. Lave bem os utensílios antes de usar.

ALIMENTAÇÃO

Evite beber água de poço e nadar em rios e lagos, que podem estar contaminados.

Lave bem os alimentos antes de comer, principalmente saladas e frutas.

Evite comer molhos, como maionese, na rua. Podem estar estragados.

Frituras e embutidos também devem ser evitados.

terça-feira, 27 de julho de 2010

HEPATITE







26/07/2010
Hepatite E é descoberta pela primeira vez no Brasil
Marina Schneider - Instituto Oswaldo Cruz Enviar a um amigo Imprimir
Anticorpos específicos para este vírus já haviam sido encontrados em diferentes grupos populacionais no Brasil, mas, até agora, nenhum caso de hepatite E aguda havia sido registrado.[Imagem: IOC]

Tipos de hepatite

A hepatite é uma doença inflamatória que atinge o fígado e compromete o desempenho de suas funções podendo evoluir, conforme a gravidade do caso, para cirrose ou câncer.

A hepatite pode possuir etiologia (causa da doença) viral, tóxica ou autoimune. A doença pode se apresentar de forma aguda (autolimitada e raramente fulminante) ou evoluir para cronicidade.

As hepatites mais comuns são de origem viral e causadas pelos vírus A, B, C, Delta e E. As hepatites B, C e D podem ser transmitidas principalmente por via sexual, vertical (mãe-filho) e parenteral.

No caso das hepatites A e E, a principal via de contágio é fecal-oral, por meio da ingestão de água e alimentos contaminados. Neste conjunto, a hepatite E vem merecendo especial atenção dos pesquisadores.

Hepatite E

Para investigar a presença da hepatite E no Brasil, 64 amostras sorológicas de pacientes com hepatite aguda sem etiologia definida (ou seja, com agente causador desconhecido) foram selecionadas pelo Grupo de Atendimento para Hepatites Virais do Laboratório de Hepatites Virais do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz).

Este material, coletado entre 2004 e 2008, foi submetido a testes sorológicos e moleculares no Laboratório de Desenvolvimento Tecnológico em Virologia do IOC.

As análises possibilitaram o diagnóstico laboratorial do vírus E (HEV, na sigla em inglês) em um dos pacientes acometidos pela forma aguda da hepatite.

Anticorpos específicos da classe IgG (anti-HEV) para este vírus já haviam sido encontrados em diferentes grupos populacionais no Brasil, indicando um contato anterior destas pessoas com o HEV, mas, até então, nenhum caso de hepatite E aguda havia sido registrado.

A pesquisa está descrita no artigo First report of a human autochtonous hepatitis E virus infection, publicado no periódico científico Journal of Clinical Virology.

Vírus da hepatite E no Brasil

"Os estudos sobre a hepatite E no Brasil ainda são muito recentes se compararmos com os de doenças causadas por outros vírus", afirma Débora Regina Lopes dos Santos, uma das autoras do artigo.

"O que se observa ao longo da história é que as regiões consideradas não endêmicas, como o Brasil, apresentam evidências sorológicas quando são realizados estudos de prevalência, indicando que uma possível razão desta alta prevalência para a hepatite E seja a manutenção do vírus em reservatório animal", declara Débora.

Segundo ela, há pesquisas no mundo que detectaram a existência do HEV em animais, principalmente em suínos, mas ela destaca que a transmissão zoonótica por meio de contato direto com animais ou consumo de carne infectada ainda está sob investigação. "Um estudo realizado no Japão comparou a sequência nucleotídica do vírus encontrado em um paciente infectado com o HEV detectado em amostras de fígado de porco consumido pelo paciente. Observou-se que as sequências eram similares", relata.

Os pesquisadores afirmam que a provável transmissão do vírus para humanos por via zoonótica pode contribuir para a presença dos anticorpos anti-HEV na população brasileira. No entanto, segundo o estudo, ainda é necessária a caracterização molecular dos vírus encontrados em casos autóctones no Brasil para investigar esta possibilidade.

Vírus suíno

No trabalho publicado no Journal of Clinical Virology, a amostra do paciente demonstrou estar relacionada a outra amostra de suíno, caracterizada em outro estudo realizado pelo grupo em colaboração com a Universidade Federal do Mato Grosso e com o pesquisador do Laboratório de Neurovirulência de Biomanguinhos (LANEU - BioManguinhos / Fiocruz), Renato Sérgio Marchevsky.

De acordo com Marcelo Alves Pinto, chefe do Laboratório de Desenvolvimento Tecnológico em Virologia do IOC e coordenador da pesquisa, um dos objetivos do estudo é chamar a atenção das instituições de saúde pública para a possibilidade de haver mais casos não diagnosticados laboratorialmente e, portanto não notificados, permanecendo fora das estatísticas do Ministério da Saúde.

"Se pensarmos em termos de saúde pública, a gravidade desta doença pode não ser evidente, mas o papel de uma instituição de pesquisa comprometida com o binômio saúde/sociedade é dar um retorno ao público sobre os estudos realizados, assim como, fornecer informação e possíveis estratégias para dinamização do diagnóstico no futuro", destaca Débora.

Ela lembra que casos agudos e fulminantes já foram descritos em países como a Argentina. Um surto de outro genótipo do HEV, não associado à transmissão zoonótica, foi descrito no México e em Cuba além de países asiáticos. "Apesar de nenhum surto ter sido registrado no Brasil até o momento, é importante que as autoridades de saúde tenham conhecimento", declara. Cozinhar bem a carne antes do consumo e manter boas condições de saneamento básico e higiene são ações importantes para prevenir a doença. Segundo os pesquisadores, o estudo servirá como ponto de partida para pesquisas mais amplas.

Informações sobre a hepatite E

A hepatite E é causada pelo vírus E (um RNA-vírus) e sua transmissão é fecal-oral, ocorrendo por meio do consumo de água ou alimentos contaminados.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) também informa, em sua página na internet (em inglês), que existe a possibilidade de transmissão zoonótica do vírus, considerando que este vírus circula em granjas de suínos. De acordo com a OMS, o primeiro caso comprovado de epidemia de hepatite E foi relatado na década de 1980.

Segundo o Ministério da Saúde (MS), apesar de as condições sanitárias serem deficientes em muitas regiões, não foi descrita nenhuma epidemia causada pelo vírus E no Brasil. Já na África, Ásia, México, e, recentemente, em Cuba, surtos foram registrados. Ainda de acordo com o MS, a hepatite E causa quadros graves principalmente em gestantes.

O pesquisador do IOC, Marcelo Alves Pinto, informa que geralmente a doença apresenta um quadro clínico semelhante ao da hepatite A. "De uma maneira geral, ela difere da hepatite B e da C por apresentar-se nas formas sub-clínica e aguda. Apesar de deixar o indivíduo incapacitado durante muito tempo, é uma doença autolimitada", completa.

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terça-feira, 22 de junho de 2010

congresso cntss guarulhos São Paulo junho/2010



Tive o privilégio de participar juntamente com companheiros de outros sidisaúdes de nosso estado do quinto congresso cntss/cut em são paulo,onde foi muito proveitoso
com palestrantes de alto nivel,presença de pessoas ilustres,como a do ministro Dulce.
Foram abordados temas diversos,como o fim do imposto sindical,30 horas semanais para saúde e outros.Também houve a reeleição da Presidente da CNTSS/CUT Sra Maria Aparecida por unanimidade.Estiveram no congresso 400 delegados dediversas partes do país, de norte a sul,um evento grandioso com certeza.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

GRANDE PESSOA

NÓS DO SINDISAÚDE SÃO BORJA NOS SENTIMOS FELIZES EM RECEBER NESTE ÚLTIMO DIA 27/05/2010 A VISITA DE NOSSO AMIGO DE LUTAS SINDICAIS E GRANDE LIDER,FALAMOS
DO PRESIDENTE DO SINDISAÚDE RS O SR JOÃO ROBERTO MENEZES,GRANDE PESSOA QUE NOS
PRESENTEOU COM SUA VISITA JUNTAMENTE COM O COMPANHEIRO DO SINDISAÚDE PORTO ALEGRE
SR.RICARDO VIEIRA. FICAMOS FELIZES PELA BREVE VISITA E QUE OUTRAS EM BREVE POSSAM
ACONTECER.

terça-feira, 25 de maio de 2010

30 hoas

Brasília, terça-feira, 25 de maio de 2010

Últimas Notícias

Semana Brasileira da Enfermagem – 12 a 20 de maio

Jornada de 30 horas - Pauta das atividades e comemorações

No próximo período de 12 a 20 de maio, mais uma vez, estaremos comemorando 50 anos da Semana Brasileira da Enfermagem, instituída pelo Decreto nº 48.202, de 1960, do então Presidente da República Juscelino Kubitschek. Tornou-se comum, em todo o País, nesta data, a realização de inúmeras atividades da categoria, no sentido de dar visibilidade à importância da profissão e seu valor histórico e social. Neste ano, além das comemorações costumeiras, a CNTS propõe à categoria acrescentar atividades em defesa da aprovação do PL 2.295/2000, que regulamenta a jornada de trabalho desses profissionais, fortalecendo o movimento pela inclusão na ordem do dia da Câmara, aprovação pelos deputados e posterior sanção de lei pelo Presidente da República.

O ato público realizado dia 13 de abril, em parceria da CNTS, FNE, ABEn e Cofen, com apoio das entidades filiadas e/ou vinculadas, que reuniu cerca de quatro mil profissionais e mostrou a força e unidade da categoria, foi a coroação de um trabalho de anos, no acompanhamento da tramitação do projeto de lei. O evento repetiu outra grande mobilização pela regulamentação da jornada de trabalho da enfermagem, realizada em 25 de março de 2009, mostrando que a categoria se mantém firme em sua reivindicação.

O caminho até a inclusão do PL 2.295 na pauta de prioridades da Câmara dos Deputados foi longo e árduo, incluindo inúmeras reuniões com parlamentares e autoridades do governo federal em busca de apoio, pressão durante as votações nas comissões, apresentação de sugestões aos relatores e distribuição de material com nossas justas razões para convencimento dos deputados pelo voto favorável. Enfim, estamos a um passo de sua...
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Mobilização pelas 30 horas para Enfermagem continua

A luta é permanente. Logo no dia seguinte à mobilização do último dia 13, as entidades parceiras na luta pela aprovação do PL 2.295/2000, que regulamenta a jornada de trabalho dos profissionais da Enfermagem em 30 horas semanais, enviaram ofício solicitando audiência com o presidente da Câmara, deputado Michel Temer, para reforçar o pedido de inclusão imediata da proposta para votação em plenário.

No ofício assinado pelos presidentes da CNTS, FNE, ABEn e Cofen, as entidades ressaltam que a importante mobilização da categoria “representa a esperança do encaminhamento para a inclusão na ordem do dia”. E reafirmam o objetivo de “apresentar elementos de fundamentação, especialmente quanto ao impacto financeiro, seus efeitos sociais e à qualidade dos serviços de saúde dispensados aos brasileiros”.
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30 horas já!

Grande concentração reúne caravanas de todo o país





Caravanas de profissionais da Enfermagem de todo o país se reuniram nesta quarta-feira, 13, na Esplanada dos Ministérios e Congresso Nacional, para exigir a inclusão na ordem do dia da Câmara dos Deputados e aprovação do PL 2.295/2000, que regulamenta a jornada de trabalho da categoria. A grande concentração, convocada pela CNTS, em parceria com a ABEn, o Cofen e a FNE, reuniu cerca de quatro mil profissionais e lideranças sindicais e de classe que, numa só voz, cobraram a justa e coerente reivindicação das 30 horas semanais. Os dirigentes se revezaram nos pronunciamentos em um trio elétrico, com participação de vários deputados. Mesmo sob o sol forte, os trabalhadores acompanharam a manifestação e repetiam palavras de ordem como A hora é agora, 30 horas já! ou Enfermagem na rua, a luta continua!